Atendimento infantil · Volta Redonda

Psicanálise com crianças

A criança não é um adulto em miniatura: é um sujeito — com questões próprias e uma língua própria para contá-las.

No consultório, essa língua é o brincar. Com formação específica em psicanálise com crianças e adolescentes, Amanda escuta o que a criança mostra — e acolhe também quem cuida dela.

Conversar sobre meu filho A primeira conversa é com os responsáveis · atendimento a partir dos 3 anos e meio
Amanda Brum com recurso lúdico de trabalho infantil
A língua da criança

Quando a criança brinca, ela fala

O adulto conta o que sente com palavras. A criança raramente diz "estou angustiada" — ela mostra: no comportamento, no corpo, na escola, no sono. Por isso a análise com crianças não acontece numa conversa formal, e sim pelo trabalho lúdico.

Brincadeiras, desenhos e histórias não são passatempo no consultório: são a forma como a criança organiza e comunica o que vive. Brincando, ela encena o que a preocupa, repete o que precisa elaborar e encontra novos destinos para o que a angustia.

O brinquedo, aqui, é sério: é por ele que a criança conta o que ainda não sabe dizer.
  • BrincadeirasNo faz de conta, a criança dá papéis, inventa cenas e coloca em jogo o que vive — é ali que a escuta acontece.
  • DesenhosO que não tem palavra ganha traço. O desenho abre conversas que uma pergunta direta nunca abriria.
  • HistóriasContadas e inventadas, ajudam a criança a dar forma aos medos e a encontrar saídas próprias.
  • Uma escuta singularCada criança é escutada como sujeito — no seu ritmo, sem comparações.
O processo

Como funciona o atendimento infantil?

O acompanhamento envolve a criança e os adultos que cuidam dela — cada um no seu lugar, com um caminho claro desde o primeiro contato.

Quero começar
  • A primeira conversa é com os responsáveisAntes de atender a criança, Amanda escuta quem cuida dela: a história, o que preocupa, o que já foi tentado. É também quando se combinam horários e condições.
  • O termo de autorizaçãoO atendimento de menores de 18 anos começa com a autorização dos responsáveis legais, por escrito — uma exigência ética do Conselho Federal de Psicologia.
  • As sessões da criançaUm espaço só dela — a partir dos 3 anos e meio —, com o trabalho lúdico: brincadeiras, desenhos e histórias, no ritmo e na medida de cada criança.
  • O acompanhamento dos paisConversas de orientação em momentos pontuais: os responsáveis acompanham o processo e ganham espaço para repensar formas de cuidado e comunicação em casa.
  • O tempo da criançaSem prazos de tabela — cada percurso respeita a singularidade e o momento de cada criança.
O lugar dos pais

Vocês fazem parte do processo

Buscar escuta para um filho costuma vir carregado de dúvidas — e, muitas vezes, de culpa. Aqui, os responsáveis não são julgados: são acolhidos. Nenhum cuidado é perfeito, e não é a perfeição que uma criança precisa.

Ao longo do acompanhamento, os pais participam com conversas de orientação e devolutivas em momentos pontuais: entendem o andamento do processo, trazem o que observam em casa e na escola, e encontram apoio para as decisões do dia a dia.

E a orientação de pais não depende da idade do filho: Amanda acompanha famílias em qualquer fase — inclusive quem ainda está pensando em engravidar e quer se preparar para essa chegada.

E o sigilo da criança?

O que a criança expressa em sessão é protegido pelo sigilo profissional — a mesma ética que vale para qualquer pessoa atendida. É essa proteção que faz a criança confiar no espaço.

Os responsáveis recebem orientações e, em momentos pontuais, devolutivas sobre o processo e sobre como ajudar, sem exposição do que a criança confiou — conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Quando buscar

Sinais de que vale uma escuta

Alguns comportamentos são a forma que a criança encontra de pedir ajuda. Se algo abaixo soa familiar, vale uma conversa.

  • Medos que paralisamAnsiedade de separação, medo de dormir sozinha, pavores que não passam com o tempo.
  • Agressividade que não cedeBirras muito intensas, explosões frequentes, dificuldade constante com limites.
  • Dificuldades na escolaQueda no rendimento, recusa de ir à aula, conflitos repetidos com colegas.
  • O corpo que falaXixi na cama depois da idade esperada, dores sem explicação médica, mudanças no sono e no apetite.
  • Travessias difíceisSeparação dos pais, chegada de um irmão, luto, mudanças de casa ou de escola.
  • Desfralde e autonomiasProcessos que não avançam ou que foram vividos com sofrimento — no tempo da criança, não no do adulto.
Sinais não são diagnóstico.
São convites à escuta — e é na avaliação, com calma, que cada situação ganha sentido.

Transparência desde o início

O atendimento de crianças e adolescentes segue as normas do Conselho Federal de Psicologia e começa com um termo de autorização assinado pelos responsáveis legais. Você pode ler o documento com calma, antes mesmo da primeira conversa — a assinatura acontece com a Amanda, no início do acompanhamento.

Baixar o termo (PDF) Documento em branco, para leitura · CRP 05/57096 Endereço direto para compartilhar: amandabrum.com.br/termo
Vamos conversar?

O primeiro passo é uma conversa entre adultos

Me conte o que você tem observado no seu filho. Sem compromisso — a Amanda combina com você o melhor horário.

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